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Confie no Universo

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Sempre confie no Universo para guiá-lo em suas escolhas e apoiá-lo em suas decisões. Se não sabe como conduzir determinada situação de sua vida, apenas volte para seu estado natural de alinhamento e reconecte-se consigo mesmo.

Você veio para este mundo com um objetivo nobre – e não digo NOBRE no sentido de ser superior ou magnânimo, de realizar grandes feitos… E sim nobre no sentido de ser único, importante e valioso, algo que apenas VOCÊ pode dar ao mundo. Mas, apesar de ser uma fonte infinita de luz, amor e energia, você está literalmente condensado na matéria e limitado pelas leis que regem Yin, Yang e o mundo manifesto – tempo e espaço limitam e cerceiam seus movimentos. E, neste cenário, é MUITO fácil de você se esquecer de quem verdadeiramente é, do que veio fazer aqui, dos seus atributos divinos e de sua capacidade infinita de dar e receber amor. E TUDO BEM, estes são os desafios da tridimensionalidade »» desafios de TODOS NÓS que temos o privilégio de estarmos vivendo esta linda jornada sobre a face deste LINDO planeta.

Mas não confunda a jornada com o destino final. Não significa que, porque neste momento você está em um local escuro, que você não foi desenhado com a finalidade ÚNICA de ser um raio de sol no final. Apenas siga e confie, entrando em alinhamento consigo mesmo e com seus verdadeiros propósitos e verdades.

Volte àquele lugar de quietude e tranquilidade que existe dentro de você e saiba que TUDO tem sua hora certa para acontecer. Saiba que o Universo SEMPRE manda sinais da direção na qual você deve seguir, e sempre envia anjos para apoiá-lo no caminho nos momentos de grande decisão. Apenas se mantenha conectado e confiante. Todo o resto acontece do modo como deve acontecer e em seu devido tempo.

Apenas olhe para este espaço dentro de você que NUNCA SE ESQUECEU de quem você verdadeiramente é, respire fundo e agradeça, de antemão, por todas as bençãos que o Universo e a Cria-Ação estão tratando de enviar a você neste exato momento. 

(Flavia Melissa)

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Ensinar e aprender

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“Nossa missão é aprender, é fazer-nos a semelhança de Deus por meio do conhecimento. Sabemos tão pouco… Pelo conhecimento nos aproximamos de Deus, e então podemos repousar. Depois retornamos para ensinar os outros e ajudá-los.”

A direção é o que importa não a velocidade. Se você está se tornando uma pessoa mais amorosa, menos passional e violenta, encontra-se na direção certa. Assim como eu, você pode ser perturbado, tomar trilhas erradas e mesmo se perder. Mas encontrará o caminho de volta.

Pode parecer que estejas dando dois passos á frente e um para trás, mas é assim mesmo. É isso o que acontece quando estamos na forma humana. A iluminação é um processo lento e árduo, que requer disciplina e dedicação. É mais do que natural que queiramos parar de vez em quando. Isso não significa que estejamos regredindo; estamos consolidando, descansando.

O progresso não é linear. Podemos ter avançado muito no que diz respeito à caridade e à compaixão, mas sermos principiantes em relação à raiva e à paciência. É importante não se exigir demais. Se não ficarmos nos julgando nem permitirmos que os outros nos julguem, não nos sentiremos frustrados.

Já sofri muitos recuos, depois recuperei minha consciência e retomei minha caminhada. Com você deve acontecer o mesmo. A violência e falta de visão parecem dominar o mundo. Precisamos navegar em harmonia, rejeitar o ódio, a raiva, o medo e o orgulho. Precisamos ter a coragem necessária para fazer o que é certo. Precisamos amar e respeitar os outros, para enxergar e apreciar a beleza inata e a dignidade de todo ser humano. Porque somos almas, todos feitos da mesma substância.

Apenas unindo nossos esforços, agindo como uma tripulação, é que podemos evitar as tempestades e encontrar o caminho para casa.

Fonte: Do livro “A Divina Sabedoria dos Mestres” de Brian Weiss

Eles vivem…

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Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração.

Eles não morreram.

Estão vivos.

Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo. Inquietam-se com sua rendição aos desafios da angústia quando te afastas da confiança em Deus.

Eles sabem igualmente quanto dói a separação.

Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiram responder as interpelações que articulaste no auge da amargura. Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor.

Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateais a lousa ou lhes enfeitas a memória perguntando porque.

Pensa neles com a saudade convertida em oração.

As tua preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas na vida. Quando puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir e tê-los-ás contigo por infatigáveis zeladores de teus dias.

Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendes no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária.

Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material…

Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro de Novo Despertar.

Emmanuel

Francisco Cândido Xavier

Desencarnes coletivos

morte coletiva
A morte é um dos problemas mais difíceis de ser enfrentado, pois é sempre vista como mistério. Todos nós temos compromissos de reajuste perante a Lei que rege o Universo.
Para os que professam determinadas religiões, é impossível compreender o sentido divino dessas tragédias, porque acreditam piamente que o homem vive na Terra uma vez somente. Agora, para aqueles que admitem que já viveram antes, fica mais fácil.
As grandes comoções que ocorrem na vida material trazem sempre enormes indagações e dúvidas por parte daqueles que ainda não adquiriram conhecimentos das verdades evangélicas a respeito da “Lei de Causa e Efeito” e das vidas sucessivas. Por este motivo, em determinados momentos de confusão mental e de dúvidas terríveis, as criaturas chegam a questionar o próprio Criador: Por que permitiu uma coisa dessas?
Esses acontecimentos, chamados catastróficos, como por exemplo, acidentes aéreos, marítimos, rodoviários, ferroviários e, hoje em dia, até por ato terrorista, que ocorrem com grupos de pessoas, muitas delas sem se conhecerem sequer, com famílias inteiras, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são punições divinas. Geralmente são resgates coletivos que várias pessoas, juntas, precisam passar. Na realidade, essas pessoas atingidas estão marcadas, nos registros da espiritualidade, para participarem dessas desencarnações coletivas.
Não se pode negar aqui que possa haver a fatalidade, pois ela acontece algumas vezes. Então, é dada uma nova chance do recomeço após instrução sobre as causas do ocorrido. Entretanto, no que se refere às mortes coletivas, isso não é o mais comum.
Se analisarmos esses fatos unicamente pelas causas humanas, poder-se-ia chegar à conclusão da má sorte de se estar exatamente naquele lugar e naquele momento. Entretanto, quando se expande esta compreensão e nela se agrega a lei de causa e efeito e o princípio das vidas sucessivas, o cenário começa a fazer sentido. Podemos entender que nessas mortes coletivas há um encontro marcado de Espíritos que foram protagonistas de equívocos de comportamento e que na atual estada na Terra, estão zerando as suas pendências.
Toda ação que praticamos, boa ou má, recebemos de volta. Nosso passado determina o nosso presente, ou seja, o que temos hoje é reflexo direto do nosso ontem. Se o raciocínio vale na escala individual, por que não valeria também para a escala coletiva?
Na provação coletiva, dá-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo delito ou de outros semelhantes, praticados num pretérito longínquo. Pode-se citar como exemplos de delitos as Cruzadas, a Inquisição, as Guerras, os atentados terroristas e outros similares, isto é, uma gama de violências e absurdos, em que todos os participantes só se livram das dívidas quitando-as.
Mas por que só agora? Perguntarão. É que somos Espíritos em aprendizado e, por este motivo, vamos adiando por várias encarnações a expiação necessária, até que haja o entendimento necessário à respeito da importância desse tipo de resgate. Assim, quando há compreensão, muitas vezes o próprio Espírito errante pede permissão para cumprir o que é necessário para seu adiantamento.
O interessante é que o próprio Espírito assume, antes de reencarnar, esse compromisso com o propósito de resgatar esses velhos débitos. No livro Ação e Reação, André Luiz afirma esse fato: “Nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.
Quando é chegada a hora do desencarne coletivo, a Espiritualidade superior, possuindo o conhecimento prévio desses fatos, providencia equipes de socorro para a assistência a esses Espíritos que irão adentrar no plano espiritual. Que passam a estar prontos para experimentar novas experiências engrandecedoras.
É importante saber que, mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, individualmente, a situação dos traumas e do despertar no outro plano dependerá da evolução de cada um. Desse modo, a Providência Divina ampara tanto àqueles que assumiram tais resgates aflitivos e estarão prontos para a vida no reino dos Céus, quanto aqueles que ainda caminharão por estradas sinuosas ao longo da caminhada evolutiva.
Há aqueles que escapam minutos antes dos acidentes coletivos, por não precisarem passar por essa situação.   É por isso que muitos perdem o avião, o trem, o ônibus que se acidentaria dali a pouco, enquanto outros viajam nesses meios de locomoção inesperadamente.
Segundo um ensinamento evangélico, “Não cai uma só folha da árvore sem que Deus saiba”. E, com toda certeza, as mortes coletivas são parte da generosidade divina para com seus filhos, pois permite que eles alcancem o melhoramento através de sua resignação e experiência na Terra.

Fonte: http://www.ceenc.com.br/2012/09/desencarnes-coletivos.html
Centro Espírita de Estudo Nossa Casa

Diamantes internos

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É como se existisse um grande diamante dentro de cada pessoa. Imaginemos um diamante com uns 30 centímetros de comprimento. O diamante tem uma infinidade de facetas, mas estas estão cobertas de sujidade e alcatrão. A missão da alma é limpar cada uma das facetas até que a superfície esteja absolutamente brilhante e seja capaz de refletir um arco-íris de cores.

Presentemente, houve alguns que limparam muitas facetas e apresentam um brilho intenso. Outros só conseguiram limpar um pequeno número de facetas; não cintilam tanto. No entanto, por baixo da sujidade, cada pessoa possui dentro do seu peito um diamante de enorme brilho com mil  facetas cintilantes.

O diamante é perfeito, sem uma única falha. A única diferença entre as pessoas reside no número de facetas que foram limpas. Mas os diamantes são todos iguais e cada um deles é perfeito. Quando todas as facetas se encontram limpas e brilhando intensamente num espectro de luzes, o diamante regressa à energia pura que havia sido originalmente. As luzes permanecem. É como se o processo de fabricar o diamante tivesse sido invertido e toda a pressão libertada.

A energia pura existe no arco-íris das luzes, e as luzes possuem uma consciencialização e um conhecimento.

E todos os diamantes são perfeitos.

Fonte: Do livro “Muitas vidas Muitos Mestres” – Brian Weiss

Ser ou Ter

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Um pai, em uma situação muito confortável de vida, resolveu dar uma lição a seu filho ensinando o que é ser pobre. Ficaria hospedado por alguns dias na casa de uma família de camponeses. O menino passou três dias e três noites  vivendo no campo.

No carro, voltando para a cidade, o pai lhe perguntou: “Como foi sua experiência?”

“Boa.” respondeu o filho, com o olhar perdido à distância.

“E o que você aprendeu?”, insistiu o pai.

O filho respondeu:

“Que nós temos um cachorro e eles têm quatro. Que nós temos uma piscina com  água tratada, que chega até metade do nosso quintal. Eles têm um rio sem fim,  de água cristalina, onde têm peixinhos e outras belezas. Que importamos lustres do Oriente para iluminar nosso jardim, enquanto eles têm as estrelas  e a lua para iluminá-los. Nosso quintal chega até o muro. O deles chega até o horizonte. Compramos nossa comida e esquentamos em microondas, eles cozinham em fogão à lenha. Ouvimos CD’s, Mp3, eles ouvem a  sinfonia de pássaros, sapos, grilos, tudo isso às vezes acompanhado pelo  sonoro canto de um vizinho trabalhando sua terra. Para nos protegermos  vivemos rodeados por um muro, com alarmes… Eles vivem com suas portas abertas, protegidos pela amizade de seus vizinhos. Vivemos conectados ao  celular, ao computador, sempre plugados, neuróticamente atualizados. Eles  estão “conectados” à vida, ao céu, ao sol, à água, ao campo, animais, às suas  sombras, à sua família.”

O pai ficou impressionado com a profundidade de seu filho e então o filho  terminou: “Obrigado, pai, por ter me ensinado o quanto somos pobres! “

Aí estão, as grandes obras de Deus. Um tapete sobre nossos pés e estendido nos céus. Temos olhos para enxergar, ouvidos para escutar, mas falta a  humildade em nossa mente e coração para poder sentir. 

Esta é a diferença entre o pobre e o rico, entre o ter e o ser.

Que possamos nos sentir verdadeiramente pobres para poder crescer.

(Autor desconhecido)

Emancipação da alma

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Quando o corpo repousa, o Espírito dispõe de mais faculdades que no estado de vigília. Tem lembrança do passado e às vezes a previsão do futuro; adquire mais poder e pode entrar em comunicação com os outros Espíritos, seja deste mundo, seja de outro. O sono liberta parcialmente a alma do corpo. Quando o homem dorme, momentaneamente se encontra no estado em que estará de maneira permanente após a morte.

Os Espíritos que logo se desprendem da matéria, ao morrerem, tiveram sonhos inteligentes. Esses Espíritos, quando dormem, procuram a sociedade  dos que lhes são superiores: viajam, conversam e se instruem com eles; trabalham mesmo em obras que encontram concluídas, ao morrer. Destes fatos deveis aprender, uma vez mais, a não ter medo da morte, pois morreis todos os dias, segundo a expressão de um santo.

O sono é a porta que Deus lhes abriu para o contato com os seus amigos do céu; é o recreio após o trabalho, enquanto esperam o grande  livramento, a libertação final, que deve restituí-los ao seu verdadeiro meio.

O sonho é a lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono; mas podemos observar que nem sempre sonhamos, porque nem sempre nos lembramos daquilo que vimos, ou de tudo o que vimos. Isso porque não temos a nossa alma em todo o seu desenvolvimento; freqüentemente não nos resta mais do que a lembrança da perturbação que acompanha a nossa partida e a nossa volta, a que se junta a lembrança do que fizemos ou do que nos preocupa no estado de vigília. Sem isto, como explicar os sonhos absurdos, a que estão sujeitos tanto os mais sábios  quanto os mais simples? Os maus Espíritos também se servem dos sonhos para atormentar as almas fracas e pusilânimes.

De resto, dentro em pouco veremos desenvolver-se uma outra espécie de sonhos; uma espécie tão antiga como a que conhecemos, mas que ignoramos. 

O sonho de Joana, o sonho de Jacó, o sonho dos profetas judeus e de alguns adivinhos indianos: esse sonho é a lembrança da alma inteiramente  liberta do corpo, a recordação dessa segunda vida. Procuremos distinguir bem essas duas espécies de sonhos, entre aqueles de que nos lembramos;  sem isso, cairemos em contradições e em erros que seriam funestos para a nossa fé.

Não recordamos sempre dos sonhos, porque o que chamamos sono é somente o repouso do corpo, porque o Espírito está sempre em movimento. No sono,  ele recobra um pouco de sua liberdade e se comunica com os que lhe são caros, seja neste ou em outros mundos. Mas, como o corpo é de matéria  pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito, mesmo porque o Espírito não as percebeu pelos órgãos do corpo.

Quando vemos em sonhos pessoas vivas, que conhecemos perfeitamente, praticarem atos em que absolutamente não pensam, isso não é efeito de pura  imaginação, seus Espíritos podem vir visitar-nos, assim, como podemos visita-los, e nem sempre sabemos o que pensam. Além disso, freqüentemente  aplicamos, a pessoas que conhecemos, e segundo os nossos desejos, aquilo que se passou ou se passa em outras existências.

Não é necessário o sono completo, para a emancipação do Espírito. O Espírito recobra a sua liberdade quando os sentidos se entorpecem; ele aproveita, para se emancipar, todos os instantes de descanso que o corpo lhe oferece. Desde que haja prostração das forças vitais, o Espírito  se desprende, e quanto mais fraco estiver o corpo, mais o Espírito estará livre.

Fonte: “O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec

Retornando

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” Escolhemos quando devemos retornar a nosso estado físico e quando devemos deixá-lo. Sabemos quando já cumprimos aquilo para que fomos enviados à Terra… quando já tivermos tido tempo suficiente para reenergizar nossas almas, nos será permitido escolher se queremos ou não retornar ao estado físico.”

Não é por acaso, nem por coincidência que nascemos em nossas famílias. Escolhemos as condições em que nascemos e as possibilidades que temos pela frente. Estabelecemos um plano para nossas vidas antes de nascermos, antes mesmo de sermos concebidos. Nosso plano é supervisionado pelos amorosos seres espirituais que nos protegem e orientam, enquanto ocupamos nossos corpos físicos, desenvolvendo esse plano estabelecido para nossa vidas. Destino é o nome que se dá para os acontecimentos e situações que escolhemos antes de nascer.

Existe um considerável número de evidências provando que podemos ver o principais acontecimentos de nossas vidas, as marcas predestinadas, na etapa de planejamento anterior ao nosso nascimento. As pessoas-chave com quem nos encontraremos são mapeadas, a reunião com almas gêmeas, com almas companheiras, e mesmo o lugar concreto em que esses eventos poderão ocorrer. Alguns casos de déjà vu – a sensação de familiaridade, como se já tivéssemos estado naquele lugar, vivendo aquela mesma situação – também podem ser explicados pela visão antecipada da vida que teremos na existência física.

O mesmo se aplica aos casos de adoção. Apesar de as condições de reprodução estarem bloqueadas por algum motivo, os pais adotivos são escolhidos, tal como os pais biológicos. Há razões para tudo, e não existem coincidências na trilha do destino.

Nunca somos privados do livre-arbítrio. Nossas vidas e a vida de todas as pessoas com quem interagimos no estado físico serão afetadas por nossas escolhas, mas ainda assim as marcas predestinadas ocorrerão. Encontraremos as pessoas que planejamos encontrar, enfrentaremos obstáculos e circunstâncias e teremos as oportunidades que planejamos muito antes de nascer.

A forma de lidar com esses encontros, as nossas reações e decisões dependerão de nosso livre-arbítrio. Destino e livre-arbítrio coexistem e interagem o tempo todo. São forças complementares, e não contraditórias. A alma, ao que parece, faz uma espécie  de reserva de um corpo físico determinado, por volta da época da concepção. Nenhuma outra alma pode ocupar aquele corpo. A união da alma e do corpo, entretanto, só estará completada próximo ao momento do nascimento. Antes disso, a alma tanto pode estar dentro como fora do corpo, e, com frequência, tem consciência tanto do que se passa no outro lado como de eventos que ocorrem fora do corpo do bebê e mesmo fora do corpo da mãe.

(Do livro “A Divina Sabedoria dos Mestres” de Brian Weiss)

Descubra sua missão

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Você veio ao mundo com uma missão especial. Ter uma missão significa que lhe foi incumbida uma “responsabilidade espiritual”. Cada pessoa tem uma missão especial diferente das outras, assim como seus rostos são diferentes. Por isso, você não tem razão alguma para invejar o êxito de outras pessoas em  outros setores. Você não é uma existência criada à semelhança de outras pessoas; seja você próprio.
Através unicamente de sua “mente cerebral” você não poderá saber qual é a sua missão, mas se praticar diariamente a meditação e agir em conformidade com a orientação da Sabedoria divina, o caminho que tomar será naturalmente o caminho que o levará à sua missão.

Fonte: Do livro “Convite à Prosperidade” – Masaharu Taniguchi